Pular para o conteúdo principal

Carta ao Desconhecido/ ventríloquo

O que é tristeza, agora?
É tão estranho ter que lidar com a tristeza e a decepção.
É tão ruim sentir isso!
Estou em pedaços
E nem consigo mais escrever alegrias.
Sou somente uma poeta perdida...
Se eu não posso mais acreditar no que achava verdade, em que posso acreditar?
Estou muito decepcionada,
Sinto-me suja e igual as outras.
Sinto-me uma personagem do seu mundinho de mentiras.
É tão triste!
Porque meu sentido de mulher me alertou
E eu preferir acreditar no que achava ser você.
Acreditei em cada palavra que você falou,
Acreditei em tudo que eu achava que dizia ser você.
Isso é uma pena.
Mas agora descobri:
Você é um ventríloquo, 
Que acha  que pode fazer seu própio espetáculo.

agora o que restou foi so lembrança dos momentos bons!
Será que foi verdade?



Comentários

  1. Troca o nome do poema pra VENTRÍLOCO ! bjus

    ResponderExcluir
  2. Uma doce história, que infelismente ficou amarga.
    É uma pena!!

    ”- Não importa! Será esse o meu carnaval. Vou confiar mais e outra vez.
    Sei que não dá pra mudar o começo, mas, se a gente quiser, vai dar pra mudar o final.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Se aprochêgue, seu comentario faz de mim a poeta feliz.
Beijos de cá

Postagens mais visitadas deste blog

O pensador e ela

Ele sentia o calor que vinha dela Ele jamais esqueceu a pontinha do pé Ele beijava o corpo dela... E tudo que se ouvia era uma melodia singela. E, Ela? Gritava seu amor da janela. gritava um gemido rouco e seu corpo desfalecia aos poucos Ele sentia o calor que vinha dela E ela, gozava de prazer na janela.

Amor e ódio

Eu amo seu sorriso Eu odeio te olhar Eu amo seus lábios E odeio querer te beijar Eu amo sua segurança E odeio quando me perco ao te encontrar Eu amo suas roupas E odeio minha vontade de querer tirar Eu amo suas verdades E odeio quando você diz que "Nao dá" Eu amo seu sotaque E odeio te ouvir falar Eu odeio essa distancia E talvez eu ame a possibilidade de te encontrar Ps: Dedico a Ele, que a vida tratou de afastar.

Encontro das águas

Eu vi um encontro acontecer, era tão belo, simples e singelo. Ela o esperava, com aquela vista (da janela) tão bela. Ele á encontrava, e sua leveza e elegância mais parecia uma dança. Tinha horas que as diferença eram esquecidas Ele era ela, ela encaixava em sua vida. Ele com sua calma, ela com sua energia. Mais havia horas que ela era vento e ele ventania. Era um encontro que já tinha visto, Era o negro com o barrento Era um encontro de águas Era a força de um fogo Eu fico feliz ter visto da janela Um encontro de sorrisos, vinhos e alegria. Um encontro que vi aquele dia Um encontro tão belo, Que guardarei no meu eterno.