Pular para o conteúdo principal

Volta pra mim..


Chove e o Jazz não acompanha mais minha rima.
A cidade ta quente, abafada,
Não tenho mais uma linda ou quente historia pra eternizar nos meus versos. 
O silêncio que tomou conta da minha poesia é tão grande, que não permite que o jazz me envolva no seu ritmo.
No mundo não haveria  frase melhor pra definir o que sinto,
Vazia,
Sem inspiração.
Hoje foi embora e até agora NÃO voltou.

Comentários

  1. Olá, Menina Muié! Dizem que as atrizes enxergam com os olhos da alma e falam com a voz do coração. Quero saber o que você enxerga em meu texto e o que diz. Será um prazer e uma honra lhe receber em meu blog. Abraço!
    “Para o legítimo sonhador não há sonho frustrado, mas sim sonho em curso.” (Jefhcardoso)
    Gostaria de lhe convidar para que comentasse o meu conto “O CAMINHO PARA A CASA DE PORTINARI”. Ok?
    Jefhcardoso do http://jefhcardoso.blogspot.com

    ResponderExcluir
  2. O silêncio marca as intermitências do som. Cada silêncio é o inicio de um novo poeta, que em silêncio fez se mais dele.

    Beijo, Lidia!!
    (=

    ResponderExcluir
  3. seus poemas são rústicos e crús... no mais bonito e gostoso dos sentidos... como o ser humano!

    sempre bom lhe ler, nêga!

    chêro de cá!

    ResponderExcluir
  4. eu sei como é isso!
    ficou linda mesmo assim =)
    um beijo, lydinha!

    ResponderExcluir
  5. Sei bem como é isso....tem vezes que tento escrever mas não sai nada.......pelo enos sua "falta de inspiração" se tranformou em lindas poalavras.
    bj!
    mt bom conhecer vc!

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Se aprochêgue, seu comentario faz de mim a poeta feliz.
Beijos de cá

Postagens mais visitadas deste blog

O pensador e ela

Ele sentia o calor que vinha dela Ele jamais esqueceu a pontinha do pé Ele beijava o corpo dela... E tudo que se ouvia era uma melodia singela. E, Ela? Gritava seu amor da janela. gritava um gemido rouco e seu corpo desfalecia aos poucos Ele sentia o calor que vinha dela E ela, gozava de prazer na janela.

Encontro das águas

Eu vi um encontro acontecer, era tão belo, simples e singelo. Ela o esperava, com aquela vista (da janela) tão bela. Ele á encontrava, e sua leveza e elegância mais parecia uma dança. Tinha horas que as diferença eram esquecidas Ele era ela, ela encaixava em sua vida. Ele com sua calma, ela com sua energia. Mais havia horas que ela era vento e ele ventania. Era um encontro que já tinha visto, Era o negro com o barrento Era um encontro de águas Era a força de um fogo Eu fico feliz ter visto da janela Um encontro de sorrisos, vinhos e alegria. Um encontro que vi aquele dia Um encontro tão belo, Que guardarei no meu eterno. 
Procurei varias formas de presentea-la Mas como presentear um presente de Deus Se busco flores,nenhuma tem  a beleza do teu olhar Se busco melodias, o som da tua grandeza é mais que o suficiente Como encontraremos o presente ideal Uma índia louca de tão puro coração Que ajuda estranhos e nem pede nada em troca Que vive lutando e transmite vida real nos muros de cá Como posso homenagear? Se palavras não terão graça pra essa missão Se meus versos são simples pra falar Ô Moniquita como presentear Se o real presente é você que nos dá