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Suor

Me vejo perdida.. nessas infinitas horas que vago sozinha pela casa 
Não encontro nada que me faça companhia

Meu muso foi-se.. o menino não sussurra mais..
Calou-se!

O silêncio me incomoda
Nessas noites frias é que queria suar em um ponto mais denso que o calor..

Descobrir seu corpo e mostrar como as paredes suam nos dias úmidos



Comentários

  1. As palavras envolvendo freneticamente dois corpos até o suor criar a poesia. Parabéns Lidinha! Muito lindo tudo isso que você escreveu... :*

    Zé Luiz

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  2. Essas lembranças nos assombram. Aquela pessoa que era presença significativa em nossa vida não deixa tão fácil de acampar com evidência em nossa memória.

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  3. Meu corpo ainda sente.. mais esquecer..experimente!

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Beijos de cá

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O pensador e ela

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Eu vi um encontro acontecer, era tão belo, simples e singelo. Ela o esperava, com aquela vista (da janela) tão bela. Ele á encontrava, e sua leveza e elegância mais parecia uma dança. Tinha horas que as diferença eram esquecidas Ele era ela, ela encaixava em sua vida. Ele com sua calma, ela com sua energia. Mais havia horas que ela era vento e ele ventania. Era um encontro que já tinha visto, Era o negro com o barrento Era um encontro de águas Era a força de um fogo Eu fico feliz ter visto da janela Um encontro de sorrisos, vinhos e alegria. Um encontro que vi aquele dia Um encontro tão belo, Que guardarei no meu eterno. 
Procurei varias formas de presentea-la Mas como presentear um presente de Deus Se busco flores,nenhuma tem  a beleza do teu olhar Se busco melodias, o som da tua grandeza é mais que o suficiente Como encontraremos o presente ideal Uma índia louca de tão puro coração Que ajuda estranhos e nem pede nada em troca Que vive lutando e transmite vida real nos muros de cá Como posso homenagear? Se palavras não terão graça pra essa missão Se meus versos são simples pra falar Ô Moniquita como presentear Se o real presente é você que nos dá