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Poesia de cá pra la..

Cante de la..
Que escrevo de cá
Cê canta seu sonhos
Eu escrevo meus devaneios
Cê canta seu orgulho
Eu escrevo meus desejos
Cê canta um amor em sinopse
Eu transformo meu amor em uma grande história
Eu escrevo do mar pra lembrar o ARI
Tu
canta de la toda  a tua alegria
Eu escrevo de cá o norte com meu coração
E tu canta de la...o Nordeste com paixão
Somos o encontro das águas
Somos o encontro do NÃO
Eu canto minha poesia
E tu torna poético teu canto
Cante de la..
Que escrevo de cá

Comentários

  1. Poesia daqui pra lá, de lá pra cá... Poesia a todo vapor... Exalada aos quatro cantos da terra, libertando, educando e convertendo.

    Adorei sua poesia Fulana poeta que gosto abessa.

    Shalom.
    Beijão.

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Beijos de cá

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O pensador e ela

Ele sentia o calor que vinha dela Ele jamais esqueceu a pontinha do pé Ele beijava o corpo dela... E tudo que se ouvia era uma melodia singela. E, Ela? Gritava seu amor da janela. gritava um gemido rouco e seu corpo desfalecia aos poucos Ele sentia o calor que vinha dela E ela, gozava de prazer na janela.

Encontro das águas

Eu vi um encontro acontecer, era tão belo, simples e singelo. Ela o esperava, com aquela vista (da janela) tão bela. Ele á encontrava, e sua leveza e elegância mais parecia uma dança. Tinha horas que as diferença eram esquecidas Ele era ela, ela encaixava em sua vida. Ele com sua calma, ela com sua energia. Mais havia horas que ela era vento e ele ventania. Era um encontro que já tinha visto, Era o negro com o barrento Era um encontro de águas Era a força de um fogo Eu fico feliz ter visto da janela Um encontro de sorrisos, vinhos e alegria. Um encontro que vi aquele dia Um encontro tão belo, Que guardarei no meu eterno. 
Procurei varias formas de presentea-la Mas como presentear um presente de Deus Se busco flores,nenhuma tem  a beleza do teu olhar Se busco melodias, o som da tua grandeza é mais que o suficiente Como encontraremos o presente ideal Uma índia louca de tão puro coração Que ajuda estranhos e nem pede nada em troca Que vive lutando e transmite vida real nos muros de cá Como posso homenagear? Se palavras não terão graça pra essa missão Se meus versos são simples pra falar Ô Moniquita como presentear Se o real presente é você que nos dá